A Operação Rewind, deflagrada pela Força-Tarefa Previdenciária no Ceará, investiga um esquema de fraude em benefícios do INSS, resultando em um prejuízo estimado em R$ 6,8 milhões aos cofres públicos. A informação foi divulgada pelo Ministério da Previdência Social, em publicação oficial no dia 26 de fevereiro de 2025.

Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava documentos falsos para obtenção indevida de benefícios previdenciários. Além disso, foi identificado o uso de segurados fictícios para simular direitos previdenciários e a manutenção irregular de benefícios por meio de manipulação de dados no sistema do INSS. O esquema envolvia 28 benefícios fraudulentos, e, caso não fosse interrompido, o impacto financeiro poderia ultrapassar R$ 10 milhões.

A operação foi conduzida de forma conjunta pela Polícia Federal, Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal, com o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Os envolvidos poderão responder por crimes como estelionato previdenciário, falsidade ideológica e associação criminosa.

Fraudes como essa comprometem não apenas os cofres públicos, mas também os segurados que realmente dependem dos benefícios. Para fortalecer a segurança na concessão dos auxílios previdenciários, o INSS tem investido na modernização de seus sistemas, utilizando auditorias internas e ferramentas de cruzamento de dados.

A Operação Rewind reforça a necessidade de fiscalização rigorosa na Previdência Social, evitando que recursos sejam desviados indevidamente. Denúncias de irregularidades podem ser feitas de forma anônima por meio dos canais oficiais do INSS e da Polícia Federal.

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